Panorama da formação em psicologia para transtorno do espectro do autismo em Minas Gerais

O presente trabalho teve como objetivo desenvolver um panorama atual da formação de psicólogos quanto ao TEA. Para isso, foram analisados os currículos de cursos de psicologia do estado de Minas Gerais. Os documentos examinados foram coletados via e-mail, por meio de sites institucionais e pelas redes sociais em 2016. As disciplinas analisadas foram agrupadas em cinco grandes áreas da psicologia: educação e educação inclusiva, desenvolvimento humano, avaliação psicológica, psicopatologia e análise comportamental. De um total de 44 instituições que disponibilizaram suas matrizes curriculares para a pesquisa, foram apontadas 530 disciplinas com potencial para abordagem da temática. Como conclusão, o estudo oferece elementos que ratificam a fragilidade presente na formação em psicologia em relação ao autismo, assunto de demanda crescente na conjuntura social e de saúde brasileira.

Fonte: http://dx.doi.org/10.5902/1984686X40092

RESOLUÇÃO Nº 11, DE 11 DE MAIO DE 2018

Regulamenta a prestação de serviços psicológicos realizados por meios de tecnologias da informação e da comunicação 

 Art. 1º – Regulamentar a prestação de serviços psicológicos realizados por meio de tecnologias da informação e da comunicação.

Art. 2º – São autorizadas a prestação dos seguintes serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos da informação e comunicação, desde que não firam as disposições do Código de Éca Profissional da psicóloga e do psicólogo a esta Resolução: 

I. As consultas e/ou atendimentos psicológicos de diferentes tipos de maneira síncrona ou assíncrona;

II. …

III. Utilização de instrumentos psicológicos devidamente regulamentados por resolução permanente, sendo que os testes psicológicos devem ter parecer favorável do Sistema de Avaliação de Instrumentos Psicológicos (SATEPSI), com padronização e normatização específica para tal finalidade.


IV. A supervisão técnica dos serviços prestados por psicólogas e psicólogos nos mais diversos contextos de atuação.

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Duas colocações de José Salomão Schwartzman no Programa “Profissão Repórter” de 19/06/2019 na TV Globo

“…A pessoa com autismo não responde a apenas uma consulta semanal de 40 minutos, por exemplo. Ela precisa ser massivamente trabalhada. Recomenda-se acompanhamento de psicólogos altamente especializados de, no mínimo, 10 a 40 horas semanais…”

“…Não existe uma criança autista numa família sadia. A família também passa a ser autista. Passa a viver numa dinâmica completamente diferente do que se tivesse apenas um filho típico. O que a gente faz pouco no Brasil é um atendimento intensivo à família, como grupos de pais. Não adianta cuidar da criança autista sem levar em conta o ambiente familiar em que ela vai crescer. Para que o tratamento do autismo seja eficaz, é fundamental que a família também seja capacitada e orientada. Os pais, os terapeutas, a escola e o meio em que a pessoa com TEA vive devem apresentar uma postura mais ou menos similar…”

Curso gratuito pela UFMG: Cuidado Paliativo em Atenção Familiar

Público Alvo: profissionais de saúde (nível superior) com registro no Cadastro Nacional de Saúde (CNES).

  • Assistentes Social
  • Enfermeiro
  • Farmacêutico
  • Fisioterapeuta
  • Fonoaudiólogo
  • Médico
  • Nutricionista
  • Cirurgião Dentista (odontólogo)
  • Psicólogo
  • Terapeuta Ocupacional

Saiba mais em: https://www.nescon.medicina.ufmg.br/cursos/curso/curso-de-aperfeicoamento-cuidado-paliativo-em-atencao-domiciliar/