0 comments on “A musicoterapia em crianças com perturbação do espetro do autismo”

A musicoterapia em crianças com perturbação do espetro do autismo

A musicoterapia tem surgido cada vez mais como uma intervenção terapêutica indicada para crianças com diversas patologias, incluindo a perturbação do espetro do autismo. O presente relatório descreve o trabalho levado a cabo no âmbito do estágio curricular do curso de mestrado em musicoterapia na Universidade Lusíada. A intervenção musicoterapêutica foi realizada numa escola de ensino básico e pré-escolar com oito crianças com idades compreendidas entre os 4 e os 13 anos, diagnosticadas maioritariamente com perturbação do espetro do autismo (PEA), e minoritariamente com atraso global do desenvolvimento (AGD) e problemas comportamentais (PC). As intervenções terapêuticas foram individuais e basearam-se nas técnicas da improvisação. O principal objetivo deste estágio foi o de verificar os efeitos da improvisação musicoterapêutica na intervenção com esta população-alvo em contexto escolar, com especial intuito de despertar as crianças para a relação com o outro. Foi realizada uma análise mais aprofundada de dois casos de crianças com PEA com 5 e 13 anos de idade. Através das avaliações realizadas no início, meio e final da intervenção, verificou-se que a musicoterapia tem efeitos benéficos nesta população, principalmente na área social e comunicacional.

Fonte: http://dspace.lis.ulusiada.pt/handle/11067/3749

0 comments on “Efeitos da música em crianças autistas”

Efeitos da música em crianças autistas

A Revista Psicologia USP lança nova edição (volume 28, número 3, 2017) e apresenta artigos sobre os efeitos da música para crianças autistas.

Foto: Harsh/Flickr

altA dimensão musical de lalíngua e seus efeitos na prática com crianças autistas investiga-se a relação da lalíngua com a música e suas contribuições para a clínica do autismo. Lalíngua é uma palavra inventada pelo psicanalista Jacques Lacan, que se refere ao papel fundamental da linguagem na estruturação do inconsciente. Os artigos completos estão disponíveis no Portal de Revistas da USP.

.

Mais informações: e-mail  revpsico@usp.br