0 comments on “ANS e MPF: sobre a inclusão de novos protocolos”

ANS e MPF: sobre a inclusão de novos protocolos

Normalmente esses protocolos exigem de 15 a 40 horas semanais de tratamento, com equipe multidisciplinar, conforme a especificidade do caso.

Consultados pelo Ministério Público Federal, o Conselho Federal de Medicina; o Conselho Federal de Psicologia; o Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional; a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia e a Associação Brasileira de Autismo “foram unânimes no reconhecimento científico da efetividade de técnicas terapêuticas e protocolos clínicos específicos, não medicamentosos, no tratamento do TEA”.

A ANS, por sua vez, entende ser desnecessária a edição de protocolos específicos ao tratamento do Transtorno do Espectro Autista em sua resolução, uma vez que há procedimentos gerais que podem ser utilizados, como sessões com psicólogo, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo, atendimento em hospital-dia psiquiátrico e reeducação e reabilitação no retardo do desenvolvimento psicomotor.

Saiba mais aqui

0 comments on “Escala de avaliação PEP-R para TEA”

Escala de avaliação PEP-R para TEA

O perfil psicoeducacional revisado (Schopler, Reichler, Bashfod, Lansing & Marcus, 1990), é um instrumento de medida da idade de desenvolvimento de crianças com autismo ou com transtornos correlatos da comunicação.  Tal instrumento surgiu em função da necessidade de se identificar padrões irregulares de aprendizagem, visando a subseqüente elaboração do planejamento psicoeducacional, segundo os princípios do Modelo TEACCH (Treatment and Education of Autistic and Communication Handicapped Children).  Entretanto, sua utilização tem sido também estendida a pesquisas nessa área.   O PEP-R é composto por duas escalas.  A primeira (de desenvolvimento) foi construída a partir de normas estabelecidas empiricamente de acordo com a performance obtida de crianças norte-americanas com desenvolvimento típico.  A segunda (de comportamento) baseou-se no CARS (Childhood Autism Rating Scale, Schopler, Reichler & Renner, 1971 e nos critérios de Creak,1961, citados em Schopler e cols., 1990).

Esse instrumento vem sendo usado no Brasil desde 1992 com fins clínicos em sua forma original, porém apenas traduzida, o que aponta para a necessidade de estudos sobre as suas propriedades psicométricas.

Inicialmente serão apresentadas noções sobre o autismo, uma vez que é nesse contexto clínico que o instrumento foi construído, seguindo-se de informações sobre o processo de validação do  PEP-R e a sua utilização clinica e em pesquisa.  Finalmente, apresentam-se a metodologia empregada no processo de tradução e adaptação para o português e os resultados sobre a verificação das propriedades psicométricas do instrumento.

Fonte: http://universoautista.com.br/oficial/2015/08/09/o-pep-r/