Implementação de Programas de Treinamento Parental (TP) digital

Um Programa de TP usando ao aplicativo ODAPP deve facilitar o trabalho de co-terapeuta dos pais e, ao mesmo tempo, facilitar o acompanhamento pelos profissionais. Muito embora criado para o ambiente do consultório para organizar manuais e folhas de registro, cada vez mais tem cumprido um papel importante fora do ambiente clínico. É por isso que o aplicativo organiza as atividades em MANUAIS – PROGRAMAS – ATIVIDADES assim como uma biblioteca organiza seus livros em estantes, temas e ordem alfabética:

  • MANUAL: contém PROGRAMAS
  • PROGRAMA: contém ATIVIDADES
  • ATIVIDADE: as intervenções que serão executadas nas crianças

Cada atividade acompanha uma folha de registro associada automaticamente à atividade quando ela é criada. Confira sua versão do aplicativo para conhecer os protocolos de registro disponíveis e como personalizá-los. Para todas as versões, uma AGENDA personalizada pode ser criada para cada paciente seguir sua rotina diária de atividades (check-list).

Ao iniciar uma atividade prepare o ambiente e tenha em mente as dicas sobre “previsibilidade e intencionalidade” e “manutenção das habilidades alcançadas” do último post. Possivelmente o terapeuta adicionou um video ou imagem como modelo para cada atividade registrada além da descrição textual.

Siga o roteiro de atividades no menu AGENDA e não deixe de fazer as anotações nas folhas de registro abaixo de cada atividade. Toda evolução é registrada no menu PROGRESSO. Tanto profissional quanto cuidador têm a mesma visão do progresso com informações numéricas e percentuais dos PROGRAMAS E MANUAIS executados. Data e horário de início e finalização de cada programa de atividades, bem como os percentuais de realização e sucesso alcançados. Adaptações que precisam ser feitas nas atividades são possíveis a partir da constatação da evolução no decorrer do processo terapêutico.

Os planos de intervenção remota, assim como a intervenção presencial, são individuais e personalizados, muito embora o profissional conte com recursos dentro do aplicativo que permitem aproveitar textos, videos e imagens aumentando sua produtividade na elaboração de materiais terapêuticos. Eleger metas simples e graduais garantem o sucesso do programa de TP usando o aplicativo ODAPP, uma vez que favorecem o engajamento dos pais aos assistirem os avanços e as metas serem, sucessivamente, alcançadas. Por isso, o protocolo de registro padrão consiste de dizer se a atividade foi realizada ou não, com sucesso ou não e se com ajuda ou não.

Vale lembrar que, independente das dificuldades da criança e dos pais em fazer as intervenções em casa ou o professor na escola, com orientação adequada e registro das ações no aplicativo ODAPP, todos se mostram capazes em realizar as intervenções. Então, se necessário, aumente o número de orientações parentais, apresente exemplos práticos e enfatize os sucessos dos pais em diferentes situações.

Implementação de programas de Treinamento Parental (TP)

Um Programa de TP exige aperfeiçoamento das habilidades do cuidador até alcançar o status de co-terapeuta mas preserva o papel principal dos pais que é de “pais” propriamente! É importante dotá-los de organização, confiança, motivação e autonomia para participarem ativamente do tratamento e por isso grande parte dos programas sugerem que as primeiras ações de estimulação da criança devam ser realizadas presencialmente em conjunto (terapeuta, família, educador se for o caso) para que o profissional possa apresentar o modelo de intervenção. Se isso não for possível, é importante maior atenção dos cuidadores quanto a:

  1. Ambiente: preparado de forma a manter a atenção da criança (preservar objetos de interesse, excluir itens que aumentam a distração).
  2. Previsibilidade e intencionalidade: a criança deve ser informada previamente das ações que serão feitas e suas consequências, independente de demonstrar aparente desentendimento. Use modelo verbais, visuais ou físicos se necessário. Estimular a iniciativa e protagonismo através de situações que premiem a criança de acordo com suas preferências.
  3. Manutenção das habilidades alcançadas: habilidades são adquiridas, em geral, com condicionamento, repetição e premiação. Mesmo alcançado o objetivo de determinada atividade, muitas vezes é importante mantê-la em execução para minimizar as chances de regressão ou confirmar a aquisição das respectivas habilidades.

Um Programa de TP pode ser implementado da forma convencional com os profissionais treinando os cuidadores presencialmente ou por meio de tecnologias de teleconsulta, telemonitaoramento ou teleconsulta como explicado no último post sobre o assunto. O aplicativo ODAPP neste caso é uma das alternativas para a implementação de um Programa de TP completo.

A consulta online no TEA realmente funciona?


Quando pensamos em consulta online rapidamente nos vem à mente a figura de um profissional auxiliando o seu paciente por videoconferência. Ocorre que existe a teleconsulta, telemonitoramento e teleconsultoria que podem resolver essa questão de formas diferentes como vimos no último post sobre a Diferença entre teleconsulta, telemonitoramento e teleconsultoria”.

Quando o nosso paciente é uma criança pequena, ou mesmo um adolescente ou adulto pouco responsivo ou inquieto, parece que este tipo de atendimento à distância simplesmente não funciona!

A questão principal aqui não é o ser “online” ou “teleconsulta” pois a tecnologia em si não é fim mas meio para conectar quem oferta a terapia com quem precisa. Mesmo que precisemos de um intermediário para facilitar essa conexão: o cuidador!

Esse cuidador pode ser outro profissional (com perfil mais adequado para contato direto com a criança), pessoas do convívio diário com a criança (pais, avós, babás) e profissionais dentro da escola (professores, auxiliares, mediadores). Um método de trabalho muito utilizado e difundido na psicologia para capacitação de cuidadores, em especial na Análise do Comportamento Aplicada e na Terapia Cognitivo-Comportamental, é o Treinamento Parental, ou Treinamento de Pais (TP).

Diferença entre teleconsulta, telemonitoramento e teleconsultoria

Basicamente, a diferença entre teleconsulta telemonitoramento e teleconsultoria é a possibilidade de sua ação ser “ao vivo” (síncrona) ou “gravada” (assíncrona) na presença virtual do profissional que a elaborou. O aplicativo ODAPP, na maior parte do tempo, é utilizado para telemonitoramento. Porém, muitos terapeutas que atuam também com treinamento e avaliação funcional tem utilizado a ferramenta para teleconsultoria. Veja o exemplo do Instituto Comviver para Formação de Acompanhamentes Terapêuticos (at)

Tipicamente, o telemonitoramento é utilizado em complementação à intervenção presencial seja por questões financeiras, geográficas ou por indisponibilidade do contato físico entre o profissional e seu paciente. O telemonitoramento pode ocorrer por meio de um intermediário chamado cuidador, devidamente treinado e monitorado com recursos tecnológicos de comunicação sem fio pelo profissional. Pais treinados e supervisionados por terapeutas, mediadores escolares treinados por Pedagogos com especialização em Educação Especial são exemplos. O treino pode ser assíncrono (gravado e assistido a medida da necessidade) e a supervisão síncrona (envio de dados em tempo real a medida que a intervenção é feita). Ambos podem ser feitos assíncronos (p.e.: não há uma comunicação sem fio disponível no momento da intervenção para envio dos dados). São várias as possibilidades.

A teleconsulta, consulta clínica registrada e realizada pelo profissional à distância, geralmente é utilizada em procedimentos de menor complexidade com contato virtual direto entre o profissional e seu paciente (sem intermediários) “ao vivo”. Softwares de videoconferência são muito populares e ganham cada vez mais adeptos, principalmente nas empresas que oferecem assistência à saúde mental de seus colaboradores.

Já a teleconsultoria tem objetivo maior de transmitir conhecimento por meio de treinamento ou esclarecer dúvidas sobre procedimentos clínicos e ações de saúde. Pode ser síncrona ou assíncroma com contato virtual direto entre o profissional e seu paciente ou grupos de outros profissionais que desejam capacitação na área da saúde.

Todas as versões aplicativo ODAPP liberadas gratuitamente

Liberado para Psicólogos, Fonoaudiólogos, Terapeutas Ocupacionais, Psicopedagogos, seguradoras e operadoras de planos de saúde todas as versões da plataforma ODAPP® GRATUITAMENTE por prazo indeterminado. Ela permite o treinamento de pais e supervisão a distância das terapias em domicílio com autonomia para criação de manuais, folhas de registro online e gráficos de desempenho com controle de data e hora se sua realização.

Conheça todas as versões neste link https://lnkd.in/d263RAw

Pequenas clínicas, Psicólogos, Fonoaudiólogos, Terapeutas Ocupacionais e Psicopedagogos autônomos – os mais afetados – podem baixar gratuitamente o aplicativo no link https://lnkd.in/d263RAw

Metade das clínicas para autismo tem menos de 30 dias de vida com o Covid-19?

Uma análise [1] do JPMorgan Chase Institute com 597.000 pequenas empresas americanas de fevereiro a outubro de 2015 constatou que metade delas possuía caixa suficiente para suportar 27 dias sem recebimentos. Ou seja, potencialmente estão a menos de um mês de enfrentarem risco de insolvência.

Quase a totalidade das clínicas especializadas em crianças com autismo e outros transtornos do desenvolvimento no Brasil provavelmente estão nesta mesma situação por conta do Covid-19. De portas fechadas, com atendimento presencial interrompido e prejudicando o tratamento de seus pacientes.

Por conta disso, liberamos para elas e também Psicólogos, Fonoaudiólogos, Terapeutas Ocupacionais e Psicopedagogos [2], seguradoras e planos de saúde todas as versões da plataforma ODAPP® GRATUITAMENTE por prazo indeterminado. Ela permite o treinamento de pais e supervisão a distância das terapias em domicílio com autonomia para criação de manuais, folhas de registro online e gráficos de desempenho com controle de data e hora se sua realização. Conheça todas as versões neste link https://lnkd.in/d263RAw

[1] Cash is King: Flows, Balances, and Buffer Days. Evidence from 600,000 Small Businesses. Diana Farrell and Chris Wheat. JPMorgan Chase Institute, 2015.

[2] Pequenas clínicas, Psicólogos, Fonoaudiólogos, Terapeutas Ocupacionais e Psicopedagogos autônomos – os mais afetados – podem baixar gratuitamente o aplicativo no link https://lnkd.in/d263RAw

Atendimento via plano de saúde ou particular?

Supervisão terapêutica e escolar online tem crescido

Várias operadoras de planos de saúde e seguradoras estão criando estratégias para lidar com a escalada da demanda por atendimento a crianças com autismo nível 1 e 2. Uma delas é credenciar clínicas para realizar esses atendimentos. Ocorre que várias destas estão declinando do credenciamento e permanecendo apenas com o serviço particular. Porém o valor da consulta particular tem afastado os clientes e este ciclo se torna vicioso: os profissionais reclamam do valor do repasse das operadoras, as famílias do valor das consultas particulares e as operadoras do seu custo operacional crescente. Profissionais reclamam da falta de clientes. Clientes reclamam da falta de profissionais. E as crianças? Como ficam? 

Um Psicólogo de um plano de saúde, em geral, recebe algo entre R$20 e R$30 por consulta e pode ainda levar meses para receber este valor. Com isso, dificilmente consegue se manter atualizado, realizar cursos, investir em sua clínica, realizar atendimentos e supervisão, ações fundamentais para uma prestação de serviços de qualidade. Este fato tem o desestimulado do credenciamento junto aos planos, permanecendo apenas com o atendimento particular. Ocorre que, dado um valor médio por consulta de R$120,00 as famílias não tem conseguido arcar com estes custos ao longo do período recomendado de intervenções que pode alcançar até 20 horas por semana. Os profissionais portanto não conseguem ter uma carteira de clientes que atenda suas expectativas profissionais e nem as famílias conseguem dar a frequência e intensidade de tratamento recomendada.

Valeria portanto a pena se credenciar junto a uma operadora? Nós acreditamos que sim, desde que o profissional aumente sua eficiência operacional!

COMO AUMENTAR SUA EFICIÊNCIA OPERACIONAL?

Uma das alternativas é automatizar parte dos processos que envolvem um atendimento típico: (i) substituir relatórios e documentos a serem preenchidos em papel por versões digitais, online; (ii) engajar as famílias e escolas no tratamento com devolutivas e comunicações em tempo real e; (iii) permitir a realização de terapias (reforço) por cuidadores em ambiente natural com supervisão à distância.

Se você é um profissional autônomo que atende poucas crianças no consultório, em domicílio ou na escola, use o app da plataforma ODAPP para organizar toda a rotina dos atendimentos: currículos funcionais, folhas de registro, escalas diagnósticas, anamneses e relatórios preenchidos pelo celular, tanto por você quanto para seu cliente, aluno ou paciente. É possível também realizar a supervisão online, compartilhando tarefas para serem executadas em casa pelos pais (reforço) ou na escola pelos educadores (PDI) com o preenchimento de relatórios em tempo real. O profissional cadastrado tem ainda seu perfil gratuitamente divulgado para famílias, escolas e clínicas dentro da plataforma estando apto a receber solicitações de atendimento.

Convênios investem em terapia online diante do aumento da demanda por Psicólogos

Operadoras de planos de saúde estão criando estratégias para lidar com a escalada da demanda na área de saúde mental. Terapias online, atenção integrada com médicos da família e ação conjunta com startups são parte do arsenal das seguradoras para prestar atendimento e conter os custos trazidos pelo aumento da procura.

As consultas com psicólogos saltaram 116% e as internações em hospital-dia (quando o paciente é acolhido durante o dia e volta para casa à noite) cresceram 211% no período, segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Saiba mais aqui