Devido à forte demanda da iniciativa privada por analistas do comportamento para atender crianças diagnosticadas com TEA, ex-alunos raramente são absorvidos pelas instituições públicas. Quando são, eles não encontram um serviço estruturado de forma a prover a intensidade e a duração da intervenção. Até onde se tem conhecimento, a única experiência de serviço público especializado de intervenção aos TEA conforme prescrito pela ABA é provida pelo estado do Maranhão. Esse tipo de experiência deve ser multiplicado. Paradoxalmente, esse tipo de assistência já é oferecido há muito mais tempo, fora da rede pública de assistência, por ONGs, como a AMA em São Paulo, graças à organização de grupos de pais. As APAES e outras ONGs também têm esforços nesse sentido, nem sempre em conformidade com as orientações da análise do comportamento.

Por Romariz Barros, Dr. O psicólogo Romariz Barros explica, em entrevista concedida a Hyndara Freitas do Jornal Estado de São Paulo (disponível em 23/09/2018), como está o cenário do uso da ABA no serviço público brasileiro. Barros é psicólogo, mestre em teoria e pesquisa do comportamento pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e doutor em psicologia pela USP e analista do comportamento acreditado pela Associação Brasileira de Psicologia e Medicina Comportamental (ABPMC). Atualmente, leciona no Núcleo de Teoria e Pesquisa do Comportamento da UFPA.

Categoria:
Ciência do Comportamento Aplicada
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