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Duas colocações de José Salomão Schwartzman no Programa “Profissão Repórter” de 19/06/2019 na TV Globo

“…A pessoa com autismo não responde a apenas uma consulta semanal de 40 minutos, por exemplo. Ela precisa ser massivamente trabalhada. Recomenda-se acompanhamento de psicólogos altamente especializados de, no mínimo, 10 a 40 horas semanais…”

“…Não existe uma criança autista numa família sadia. A família também passa a ser autista. Passa a viver numa dinâmica completamente diferente do que se tivesse apenas um filho típico. O que a gente faz pouco no Brasil é um atendimento intensivo à família, como grupos de pais. Não adianta cuidar da criança autista sem levar em conta o ambiente familiar em que ela vai crescer. Para que o tratamento do autismo seja eficaz, é fundamental que a família também seja capacitada e orientada. Os pais, os terapeutas, a escola e o meio em que a pessoa com TEA vive devem apresentar uma postura mais ou menos similar…”

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Integração entre família e escola é fundamental para o pleno desenvolvimento de crianças com deficiência

Diariamente, as escolas passam a adquirir novas responsabilidades perante a formação integral das crianças, dado que, em muitos casos, a rotina familiar gera uma distância entre as famílias e o aprendizado dos filhos.

Essa relação traz impactos bastante negativos para o desenvolvimento afetivo e pedagógico das crianças, principalmente, na educação especial, que torna essa realidade ainda mais complexa, visto que muitas pessoas têm dificuldades para dimensionar e até compreender a deficiência em suas múltiplas formas.

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Número de alunos com autismo em escolas comuns cresce 37% em um ano; aprendizagem ainda é desafio

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O número de alunos com transtorno do espectro autista (TEA) que estão matriculados em classes comuns no Brasil aumentou 37,27% em um ano. Em 2017, 77.102 crianças e adolescentes com autismo estudavam na mesma sala que pessoas sem deficiência. Esse índice subiu para 105.842 alunos em 2018.

Conforme mostram os dados do Censo, o aumento das matrículas indica que as escolas deram um passo em direção à inclusão. No entanto, permanece um desafio: ir além da mera presença em sala de aula. É necessário assegurar que os alunos com autismo estejam aprendendo.

Os dados foram extraídos do Censo Escolar, divulgado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). São considerados tanto os estudantes de escolas públicas quanto de particulares. 

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