Volume 9 da coleção Comportamento em foco com ênfase em Análises Teóricas, Educação e Questões Sociais

A Editora da ABPMC anunciou no final de 2019 o lançamento do Volume 9 da coleção Comportamento em foco com ênfase em Análises Teóricas, Educação e Questões Sociais, referente aos encontros Brasileiros de Psicologia e Medicina Comportamental de 2016-2017. O volume é composto por 18 capítulos sobre: aprendizagem de sentenças, Gerontologia Comportamental, Transtornos de Conduta e Opositivo Desafiador, controle aversivo do comportamento, renovação comportamental, estratégias de disseminação da análise do comportamento, ensino de soma e subtração para indivíduos com autismo, efeito do uso de selos ambientais,  uso de drogas, famílias e políticas públicas, Performance Diagnostic Check-list, além de leituras comportamentais de temas como dor, negritude, identidade de gênero, metodologias ativas e atuações no ambiente escolar. 

O Volume 9 da coleção Comportamento em Foco, assim como os demais já publicados, está disponível gratuitamente no formado de e-book (pdf) e pode ser acessado no seguinte link: http://abpmc.org.br/publicacoes.php?inf=3

Notas da CIRCULAR ABPMC

“A Intervenção Comportamental baseada em ABA oferece à pessoa diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista uma melhora na comunicação, refinamento das relações sociais, ampliação de repertório global e desenvolvimento de autonomia. Favorece também a redução de comportamentos não adaptativos, tais como estereotipias, agressividade, ecolalias, entre outros, ou mesmo substituição por outros comportamentos socialmente aceitáveis que desempenhem a mesma função, mas com mais eficiência. Possibilita ao paciente equiparar-se aos seus pares, dando-lhe qualidade de vida, direito de igualdade, respeitando princípios constitucionais, tais como: dignidade da pessoa humana, direito à saúde, direito à vida, tão caro à sociedade.”

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Notas da CIRCULAR ABPMC

“Para dar conta de uma intervenção desta magnitude, o serviço prestado precisa ser organizado de maneira que haja uma equipe de profissionais com diferentes formações. Desta forma, um serviço adequado tipicamente conta com: a) um Analista do Comportamento Supervisor, que é responsável por desenvolver e gerenciar a intervenção; b) um Analista do Comportamento Assistente, responsável por auxiliar o Supervisor a operacionalizar a implementação da intervenção e c) Aplicadores ou Técnicos, que são as pessoas responsáveis pela aplicação direta de procedimentos elaborados pelo Supervisor viabilizando o número de horas necessários para a intervenção acontecer. Tanto o Analista do Comportamento Assistente, quanto o Aplicador/Técnico não tem autonomia na tomada de decisão e direcionamento da intervenção, necessitando imprescindivelmente do direcionamento de um Analista do Comportamento Supervisor. Desta forma, um serviço deve contar com no mínimo o Supervisor e um outro profissional ou aplicador”.

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Notas da CIRCULAR ABPMC

“O planejamento da intervenção envolve necessariamente uma avaliação que descreve o repertório de entrada do indivíduo, ou seja, as habilidades já existentes, deficitárias ou em excesso por ele(a) apresentadas. Esta avaliação serve de base para a descrição das metas a serem alcançadas e progressivamente evoluídas. Além disto são utilizadas estratégias que visam a generalização das habilidades aprendidas e uma carga-horária de intervenção que torne possível a efetivação do trabalho. As intervenções são, por tanto, absolutamente individualizadas.

O alcance destas metas é aferido a partir dos dados coletados pelos terapeutas durante a execução da intervenção. Estes dados são fundamentais na tomada de decisão em relação a intervenção propriamente dita e à avaliação da efetividade do processo como um todo.

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Notas da CIRCULAR ABPMC

“A Intervenção Comportamental baseada em ABA – termo este adequado a ser utilizado, envolve uma série de análises e práticas guiadas por cientificidade e, por essa razão, passiveis de serem replicadas. Como toda intervenção baseada em ciência, requer qualificação profissional de quem irá promovê-la. A estrutura da intervenção pode ser Abrangente ou Focal. Na primeira são alvos de intervenção habilidades em diferentes áreas do desenvolvimento de maneira simultânea, por exemplo o desenvolvimento de habilidades Sociais, Cognitivas, de Linguagem e a resolução de comportamentos problemáticos. Na segunda, profissionais ultra especializados focam em uma ou duas áreas especificas como alvo da intervenção, por exemplo a redução de comportamento agressivo/problemático.”

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Notas da CIRCULAR ABPMC

A grande efetividade da intervenção produziu sua divulgação massiva e assim, ela vem sendo erroneamente chamada de “método ABA”. As consequências desta divulgação inadequada têm sido percebidas em diferentes esferas:

1) Na busca dos serviços pelos consumidores: Tanto pais, quanto profissionais de atenção primária e serviços de saúde tem dificuldade de encontrar profissionais adequadamente qualificados para o encaminhamento da intervenção;

2) Na qualidade do trabalho: começa a ocorrer uma precarização do serviço e os profissionais acabam sendo mal direcionados para formações insuficientes que prometem ensinar o “método ABA” e, por fim e mais importante:

3) Na efetividade da intervenção: Profissionais mal formados fazem intervenções ineficientes que geram consequências danosas tanto para o sujeito que é alvo da intervenção quanto para as famílias e para as seguradoras de saúde, que são solicitadas a pagar por estes serviços.

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Notas da CIRCULAR ABPMC

“O termo ABA, vem do inglês, Applied Behavior Analysis, significa Análise do Comportamento Aplicada e se refere à parte aplicada da ciência do comportamento. Desta forma, ABA envolve tanto uma área de pesquisa, quanto as diversas possibilidades de prestação de serviço que se utilizam das tecnologias investigadas em relação à sua efetividade na resolução dos problemas humanos. Uma área na qual estas tecnologias se mostraram fortemente efetivas foi o tratamento de pessoas com Desenvolvimento Atípico, especificamente pessoas diagnosticadas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA – CID F.84.0). A literatura cientifica da mais alta qualidade metodológica têm mostrado largamente a efetividade da intervenção nesta população, principalmente em casos nas quais a intervenção é realizada de maneira intensiva, precoce e por um longo prazo“.

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