Base de conhecimento

Diferença entre teleconsulta, telemonitoramento e teleconsultoria

Basicamente, a diferença entre teleconsulta telemonitoramento e teleconsultoria é a possibilidade de sua ação ser “ao vivo” (síncrona) ou “gravada” (assíncrona) na presença virtual do profissional que a elaborou. O aplicativo ODAPP, na maior parte do tempo, é utilizado para telemonitoramento. Porém, muitos terapeutas que atuam também com treinamento e avaliação funcional tem utilizado a ferramenta para teleconsultoria. Veja o exemplo do Instituto Comviver para Formação de Acompanhamentes Terapêuticos (at)

Tipicamente, o telemonitoramento é utilizado em complementação à intervenção presencial seja por questões financeiras, geográficas ou por indisponibilidade do contato físico entre o profissional e seu paciente. O telemonitoramento pode ocorrer por meio de um intermediário chamado cuidador, devidamente treinado e monitorado com recursos tecnológicos de comunicação sem fio pelo profissional. Pais treinados e supervisionados por terapeutas, mediadores escolares treinados por Pedagogos com especialização em Educação Especial são exemplos. O treino pode ser assíncrono (gravado e assistido a medida da necessidade) e a supervisão síncrona (envio de dados em tempo real a medida que a intervenção é feita). Ambos podem ser feitos assíncronos (p.e.: não há uma comunicação sem fio disponível no momento da intervenção para envio dos dados). São várias as possibilidades.

A teleconsulta, consulta clínica registrada e realizada pelo profissional à distância, geralmente é utilizada em procedimentos de menor complexidade com contato virtual direto entre o profissional e seu paciente (sem intermediários) “ao vivo”. Softwares de videoconferência são muito populares e ganham cada vez mais adeptos, principalmente nas empresas que oferecem assistência à saúde mental de seus colaboradores.

Já a teleconsultoria tem objetivo maior de transmitir conhecimento por meio de treinamento ou esclarecer dúvidas sobre procedimentos clínicos e ações de saúde. Pode ser síncrona ou assíncroma com contato virtual direto entre o profissional e seu paciente ou grupos de outros profissionais que desejam capacitação na área da saúde.

Maior tolerância com inadimplência e pagamento a prestadores de serviços estão entre medidas a serem discutidas em reunião hoje na ANS

Maior tolerância com inadimplência e pagamento a prestadores de serviços A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deve bater o martelo, nesta quarta-feira, sobre o desbloqueio de R$ 15 bilhões dos R$ 40 bilhões de reservas técnicas das operadoras para serem usados no combate a pandemia.

O fundo garantidor ou reserva técnica é composto de recursos das próprias operadoras que ficam bloqueados pela ANS para garantir o pagamento de atendimentos futuros a prestadores e a manutenção da assistência aos usuários de planos de saúde, caso a operadora enfrente algum problema financeiro. Outro ponto levantado pela ANS é que as empresas se comprometam a fazer o pagamento dos  prestadores (hospitais, clínicas e laboratórios). Isto porque, explicam pessoas a par da negociação, o caixa desse segmento teve uma baixa significativa, em alguns casos, de mais de 80%, em consequência da suspensão de procedimentos eletivos e do aumento do prazo de todos atendimentos que não sejam urgência ou emergência. Ambas as medidas foram pedido das operadoras acatados pela agência.

Enquanto a onda forte do covid-19 não chega, quem tem problemas de caixa são os prestadores não as operadoras. A liberação de ativos hoje está muito mais voltada a preocupação de que eles tenham recursos para se manter, do que com as operadoras de planos de saúde – diz uma fonte próxima as negociações.

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27 práticas comprovadas cientificamente como de alta eficácia para o tratamento dos TEA

Ao instrumentalizarmos os pais e a família da criança com atraso de linguagem ou com TEA, possibilitamos o ‘empoderamento’ dos pais, devolvendo-lhes a autonomia em relação ao vínculo, à interação e ao desenvolvimento de seus filhos. Segundo diversos autores, quando os familiares são bem informados e treinados para lidar com as dificuldades das crianças são esperados inúmeros benefícios no funcionamento adaptativo da criança, bem como, há uma diminuição dos comprometimentos na saúde mental dos familiares envolvidos.

Wong et al. (2014) identificaram 27 práticas comprovadas cientificamente como de alta eficácia para o tratamento dos TEA e, dentre estas práticas, está a intervenção implementada ou mediada pelos pais. A literatura traz inúmeras evidências da importância e eficiência do TP (Treinamento Parental), de modo que o treino é parte dos programas de tratamentos baseados na Análise do Comportamento Aplicada (ABA), sendo um dos pilares mais importantes da intervenção.

Adaptado do blog https://www.batepaponojardim.com/

Créditos para Maria Claudia Arvigo

O papel da família na terapia

Por Livia Benatti (adaptado)

Estamos o tempo todo reagindo ao que está ao nosso redor: o ambiente físico, as pessoas que estão por perto, as sensações do nosso corpo. Se o nosso ambiente muda, nós respondemos a isso, mesmo que não percebamos. Se pararmos pra pensar, a família é onde a criança passa uma grande parte do seu tempo. Se as coisas em casa funcionam sempre do mesmo jeito, será que faz sentido esperar que o comportamento das crianças mude apenas indo à terapia uma vez por semana?

A terapia ajuda as crianças a aprenderem novos comportamentos e maneiras diferentes de lidar com emoções e conflitos. Os pais ajudam as crianças a colocar isso em prática na rotina e a perceberem as consequências – boas e nem tão boas assim – dos seus comportamentos. O trabalho precisa ser em equipe entre família, terapeuta e criança, cada um fazendo a sua parte para alcançarmos nossos objetivos.

Que tal…

  • OBSERVAR o que acontece logo antes e logo depois daquele comportamento difícil do seu filho. Quem estava perto? O que foi dito ou feito?
  • REGISTRAR suas observações pra saber direitinho como e quando o comportamento acontece
  • DIVIDIR seus registros com a terapeuta e trabalharmos juntos para pensar em mudanças e possíveis soluções

Fonte: https://www.linkedin.com/pulse/o-papel-da-fam%C3%ADlia-na-terapia-livia-benatti/

Importância do treino de pais e supervisão terapêutica a distância em tempos de pandemia: aspectos econômicos e de saúde pública

Muitos Psicólogos, Fonoaudiólogos e Terapeutas Ocupacionais ainda não tiveram a oportunidade de treinar e supervisionar os pais a distância para aplicação das terapias em casa.

Não se trata de substituir as sessões presenciais pela online, mas aumentar sua frequência e intensidade conforme a ciência já vem comprovando. Além disso, se você dispõe de apenas 1h por semana para levar seu filho a terapia, seja por questão financeira, ausência de profissional em sua cidade ou dificuldade de tempo e deslocamento, confira a entrevista com o Dr. Carlos Gadia aqui neste link
https://lnkd.in/erXFScT.

De fato, a capacitação e supervisão de pais a distância traz benefícios não só às crianças mas também traz equilíbrio econômico a relação oferta-demanda de todo o ecossistema do TEA: famílias, escolas, clínicas e profissionais autônomos, planos de saúde, seguradoras, órgãos reguladores e conselhos de classe.

Todas as versões aplicativo ODAPP liberadas gratuitamente

Liberado para Psicólogos, Fonoaudiólogos, Terapeutas Ocupacionais, Psicopedagogos, seguradoras e operadoras de planos de saúde todas as versões da plataforma ODAPP® GRATUITAMENTE por prazo indeterminado. Ela permite o treinamento de pais e supervisão a distância das terapias em domicílio com autonomia para criação de manuais, folhas de registro online e gráficos de desempenho com controle de data e hora se sua realização.

Conheça todas as versões neste link https://lnkd.in/d263RAw

Pequenas clínicas, Psicólogos, Fonoaudiólogos, Terapeutas Ocupacionais e Psicopedagogos autônomos – os mais afetados – podem baixar gratuitamente o aplicativo no link https://lnkd.in/d263RAw

Metade das clínicas para autismo tem menos de 30 dias de vida com o Covid-19?

Uma análise [1] do JPMorgan Chase Institute com 597.000 pequenas empresas americanas de fevereiro a outubro de 2015 constatou que metade delas possuía caixa suficiente para suportar 27 dias sem recebimentos. Ou seja, potencialmente estão a menos de um mês de enfrentarem risco de insolvência.

Quase a totalidade das clínicas especializadas em crianças com autismo e outros transtornos do desenvolvimento no Brasil provavelmente estão nesta mesma situação por conta do Covid-19. De portas fechadas, com atendimento presencial interrompido e prejudicando o tratamento de seus pacientes.

Por conta disso, liberamos para elas e também Psicólogos, Fonoaudiólogos, Terapeutas Ocupacionais e Psicopedagogos [2], seguradoras e planos de saúde todas as versões da plataforma ODAPP® GRATUITAMENTE por prazo indeterminado. Ela permite o treinamento de pais e supervisão a distância das terapias em domicílio com autonomia para criação de manuais, folhas de registro online e gráficos de desempenho com controle de data e hora se sua realização. Conheça todas as versões neste link https://lnkd.in/d263RAw

[1] Cash is King: Flows, Balances, and Buffer Days. Evidence from 600,000 Small Businesses. Diana Farrell and Chris Wheat. JPMorgan Chase Institute, 2015.

[2] Pequenas clínicas, Psicólogos, Fonoaudiólogos, Terapeutas Ocupacionais e Psicopedagogos autônomos – os mais afetados – podem baixar gratuitamente o aplicativo no link https://lnkd.in/d263RAw

Profissionais poderão fazer atendimento on-line sem necessidade de aguardar confirmação de cadastro no e-Psi

Em função das recomendações do Ministério da Saúde, Organização Mundial de Saúde (OMS), Secretarias de Saúde e autoridades civis sobre eventuais possibilidades de quarentena, resguardo e isolamento a fim de evitar o alastramento da pandemia da Covid-19, o novo coronavírus, o Sistema Conselhos de Psicologia comunica à categoria que as(os) profissionais que optarem pela prestação de serviços psicológicos realizados por meios de tecnologia da informação e da comunicação, como o atendimento on-line, devem realizar o cadastro pelo site “Cadastro e-Psi” (link: https://e-psi.cfp.org.br/). Porém, temporariamente para os meses de março e abril, não será necessário aguardar a confirmação da plataforma para começar o trabalho remoto.

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Supervisão terapêutica online é um importante apoio para epidemias como o Coronavírus

Ainda incipiente no Brasil, serviços como o da ODAPP, que usam a tecnologia para o contato entre a criança com TEA e seu terapeuta, são uma arma importante de clínicas e seguradoras para evitar a disseminação do novo coronavírus no Brasil.

Existem evidências de que a supervisão terapêutica online pode contribuir significativamente para casos como esse, em que se faz necessário um olhar criterioso, em tempo real, de terapeutas capacitados, assim como a utilização de sistemas digitais para dar continuidade às terapias com menor risco de disseminação do virus.

A supervisão terapêutica online é uma importante ferramenta para levar a terapia, independente do local onde a criança com TEA estiver. Usando a supervisão terapêutica online pode-se treinar e capacitar os pais para realizarem um reforço no atendimento em casa ou os professores na escola. Estes cuidadores, devidamente treinados e supervisionados pelo terapeuta a distância, realizam o preenchimento das folhas de registro em tempo real e emitem os resultados e evolução clínica da criança a distância automaticamente.

Conheça mais os serviços da ODAPP aqui