Parque recebe certificado em autismo

O Aquatica Orlando é o primeiro parque aquático do mundo com certificado em autismo, conforme as regras do Conselho Internacional de Padrões de Credenciamento e Educação Continuada (IBCCES). O parque concluiu um intenso treinamento e sensibilização da equipe sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), bem como inspeção das áreas do parque e análise da experiência do visitante.

Saiba mais em https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/parques-e-atracoes/aquatica-orlando-recebe-certificado-em-autismo/

Curso gratuito pela UFMG: Cuidado Paliativo em Atenção Familiar

Público Alvo: profissionais de saúde (nível superior) com registro no Cadastro Nacional de Saúde (CNES).

  • Assistentes Social
  • Enfermeiro
  • Farmacêutico
  • Fisioterapeuta
  • Fonoaudiólogo
  • Médico
  • Nutricionista
  • Cirurgião Dentista (odontólogo)
  • Psicólogo
  • Terapeuta Ocupacional

Saiba mais em: https://www.nescon.medicina.ufmg.br/cursos/curso/curso-de-aperfeicoamento-cuidado-paliativo-em-atencao-domiciliar/

Técnica de edição de DNA

O cientista chinês He Jiankui, de 34 anos, da universidade SUSTech(Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul da China), em Shenzhen, na China, em 25 de novembro de 2018, anunciou (por um vídeo no YouTube) que havia editado o gene CCR5 em dois embriões humanos, com o objetivo de que os bebês não expressem um receptor para o vírus HIV.
Veja, abaixo, o vídeo explicativo sobre a técnica de edição de DNA, Crispr-cas9, do canal Ciência Traduzida:

Estudo aponta que música melhora habilidade de comunicação de autistas

Estudo publicado no início de novembro esta semana na revista científica Translational Psychology sugere que atividades musicais, como cantar e tocar instrumentos, pode melhorar habilidade de comunicação de crianças autistas.

Há mais de 70 anos a ciência estuda a relação entre o autismo e a música. Para entender melhor a ligação, pesquisadores da Universidade de Montreal, na França, e da Universidade de McGill, no Canadá, fizeram um ensaio clínico de três meses com crianças de seis a 12 anos.

Os pais dos participantes responderam questionários sobre as habilidades de comunicação dos filhos, que fizeram exame de ressonância magnética para que os pesquisadores observassem as atividades cerebrais de cada um.

Durante a pesquisa, as crianças foram divididas em dois grupos: o primeiro participou de sessões semanais de 45 minutos de terapia envolvendo atividades de interação com música e o segundo teve sessões de terapia com as mesmas atividades, só que sem música. Depois de três meses, os pais das crianças que fizeram atividade com música relataram significativa melhora nas crianças na parte de comunicação e de qualidade de vida.

Novos exames de ressonância magnética feitos nos pacientes do primeiro grupo sugerem que as melhoras são resultantes de uma maior conectividade entre as regiões motora e auditivas do cérebro e menor ligação entre as regiões auditivas e visuais, que são vistas com mais frequências em quem tem autismo.

Segundo Megha Sharda, autora do estudo, os resultados são animadores. A pesquisadora explica que para as pessoas com autismo pode ser um desafio se comunicar prestando atenção ao que o outro diz, pensando em uma resposta e ignorando o ruído à volta. Para isso, é crucial que as ligações no cérebro sejam favoráveis.

Este é o primeiro estudo que mostra que atividades com música com crianças autistas pode levar a melhoria tanto da comunicação quanto das conectividades cerebrais de crianças com autismo.

“Nós precisaremos replicar estes resultados com vários terapeutas em diferentes níveis de treinamento para avaliar se os efeitos persiste”, afirma Krista Hyde, psicóloga da Universidade de Montreal.

Megha acrescenta que é importante ressaltar que o estudo não encontrou mudanças nos sintomas do autismo.

“Pode ser porque não temos uma máquina sensível o suficiente para medir mudanças nos comportamentos de interação social”, diz.

Fonte: https://exame.abril.com.br/ciencia/estudo-aponta-que-musica-melhora-habilidade-de-comunicacao-de-autistas/

Exoma para diagnóstico de deficiência intelectual, participe da Consulta Pública

A deficiência intelectual, anteriormente denominada retardo mental, é uma condição definida por limitações significativas do funcionamento intelectual e do comportamento. Causando limitações nas habilidades ligadas às atividades que envolvem raciocínio, resolução de problemas e planejamento.

A investigação diagnóstica da deficiência intelectual costuma ser complexa devido à heterogeneidade das causas e características clínicas desta condição. O sequenciamento completo do exoma é um procedimento diagnóstico que faz a “leitura” dos genes, identificando doenças genéticas causadas por mutações na sequência do DNA.

Os membros da Conitec recomendaram inicialmente pela não incorporação do exoma como diagnóstico para investigação etiológica de deficiência intelectual de causa indeterminada, pois chegaram à conclusão que o procedimento, não alterará o curso da doença.

Clique aqui e acesse o relatório com a recomendação inicial. A população pode contribuir até o dia 30 de outubro de 2018.

Como participar

Utilize os formulários eletrônicos disponíveis no nosso site, no link Consultas Públicas. Faça seus comentários e sugestões. Participe, sua contribuição é muito importante.

http://conitec.gov.br/exoma-para-diagnostico-de-deficiencia-intelectual-participe-da-consulta-publica