Pesquisa acerca dos benefícios da educação inclusiva para todos os alunos

Estudo feito a partir de 2010 com crianças e adolecentes com deficiência intelectual que frequentaram escolas regulares mostrou a diferença no desenvolvimento dos estudantes incluídos em salas comuns e comparou com aqueles isolados nas chamadas salas especiais.

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Volume 9 da coleção Comportamento em foco com ênfase em Análises Teóricas, Educação e Questões Sociais

A Editora da ABPMC anunciou no final de 2019 o lançamento do Volume 9 da coleção Comportamento em foco com ênfase em Análises Teóricas, Educação e Questões Sociais, referente aos encontros Brasileiros de Psicologia e Medicina Comportamental de 2016-2017. O volume é composto por 18 capítulos sobre: aprendizagem de sentenças, Gerontologia Comportamental, Transtornos de Conduta e Opositivo Desafiador, controle aversivo do comportamento, renovação comportamental, estratégias de disseminação da análise do comportamento, ensino de soma e subtração para indivíduos com autismo, efeito do uso de selos ambientais,  uso de drogas, famílias e políticas públicas, Performance Diagnostic Check-list, além de leituras comportamentais de temas como dor, negritude, identidade de gênero, metodologias ativas e atuações no ambiente escolar. 

O Volume 9 da coleção Comportamento em Foco, assim como os demais já publicados, está disponível gratuitamente no formado de e-book (pdf) e pode ser acessado no seguinte link: http://abpmc.org.br/publicacoes.php?inf=3

Atendimento via plano de saúde ou particular?

Supervisão terapêutica e escolar online tem crescido

Várias operadoras de planos de saúde e seguradoras estão criando estratégias para lidar com a escalada da demanda por atendimento a crianças com autismo nível 1 e 2. Uma delas é credenciar clínicas para realizar esses atendimentos. Ocorre que várias destas estão declinando do credenciamento e permanecendo apenas com o serviço particular. Porém o valor da consulta particular tem afastado os clientes e este ciclo se torna vicioso: os profissionais reclamam do valor do repasse das operadoras, as famílias do valor das consultas particulares e as operadoras do seu custo operacional crescente. Profissionais reclamam da falta de clientes. Clientes reclamam da falta de profissionais. E as crianças? Como ficam? 

Um Psicólogo de um plano de saúde, em geral, recebe algo entre R$20 e R$30 por consulta e pode ainda levar meses para receber este valor. Com isso, dificilmente consegue se manter atualizado, realizar cursos, investir em sua clínica, realizar atendimentos e supervisão, ações fundamentais para uma prestação de serviços de qualidade. Este fato tem o desestimulado do credenciamento junto aos planos, permanecendo apenas com o atendimento particular. Ocorre que, dado um valor médio por consulta de R$120,00 as famílias não tem conseguido arcar com estes custos ao longo do período recomendado de intervenções que pode alcançar até 20 horas por semana. Os profissionais portanto não conseguem ter uma carteira de clientes que atenda suas expectativas profissionais e nem as famílias conseguem dar a frequência e intensidade de tratamento recomendada.

Valeria portanto a pena se credenciar junto a uma operadora? Nós acreditamos que sim, desde que o profissional aumente sua eficiência operacional!

COMO AUMENTAR SUA EFICIÊNCIA OPERACIONAL?

Uma das alternativas é automatizar parte dos processos que envolvem um atendimento típico: (i) substituir relatórios e documentos a serem preenchidos em papel por versões digitais, online; (ii) engajar as famílias e escolas no tratamento com devolutivas e comunicações em tempo real e; (iii) permitir a realização de terapias (reforço) por cuidadores em ambiente natural com supervisão à distância.

Se você é um profissional autônomo que atende poucas crianças no consultório, em domicílio ou na escola, use o app da plataforma ODAPP para organizar toda a rotina dos atendimentos: currículos funcionais, folhas de registro, escalas diagnósticas, anamneses e relatórios preenchidos pelo celular, tanto por você quanto para seu cliente, aluno ou paciente. É possível também realizar a supervisão online, compartilhando tarefas para serem executadas em casa pelos pais (reforço) ou na escola pelos educadores (PDI) com o preenchimento de relatórios em tempo real. O profissional cadastrado tem ainda seu perfil gratuitamente divulgado para famílias, escolas e clínicas dentro da plataforma estando apto a receber solicitações de atendimento.

Convênios investem em terapia online diante do aumento da demanda por Psicólogos

Operadoras de planos de saúde estão criando estratégias para lidar com a escalada da demanda na área de saúde mental. Terapias online, atenção integrada com médicos da família e ação conjunta com startups são parte do arsenal das seguradoras para prestar atendimento e conter os custos trazidos pelo aumento da procura.

As consultas com psicólogos saltaram 116% e as internações em hospital-dia (quando o paciente é acolhido durante o dia e volta para casa à noite) cresceram 211% no período, segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

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Notas da CIRCULAR ABPMC

“A Intervenção Comportamental baseada em ABA oferece à pessoa diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista uma melhora na comunicação, refinamento das relações sociais, ampliação de repertório global e desenvolvimento de autonomia. Favorece também a redução de comportamentos não adaptativos, tais como estereotipias, agressividade, ecolalias, entre outros, ou mesmo substituição por outros comportamentos socialmente aceitáveis que desempenhem a mesma função, mas com mais eficiência. Possibilita ao paciente equiparar-se aos seus pares, dando-lhe qualidade de vida, direito de igualdade, respeitando princípios constitucionais, tais como: dignidade da pessoa humana, direito à saúde, direito à vida, tão caro à sociedade.”

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Notas da CIRCULAR ABPMC

“Para dar conta de uma intervenção desta magnitude, o serviço prestado precisa ser organizado de maneira que haja uma equipe de profissionais com diferentes formações. Desta forma, um serviço adequado tipicamente conta com: a) um Analista do Comportamento Supervisor, que é responsável por desenvolver e gerenciar a intervenção; b) um Analista do Comportamento Assistente, responsável por auxiliar o Supervisor a operacionalizar a implementação da intervenção e c) Aplicadores ou Técnicos, que são as pessoas responsáveis pela aplicação direta de procedimentos elaborados pelo Supervisor viabilizando o número de horas necessários para a intervenção acontecer. Tanto o Analista do Comportamento Assistente, quanto o Aplicador/Técnico não tem autonomia na tomada de decisão e direcionamento da intervenção, necessitando imprescindivelmente do direcionamento de um Analista do Comportamento Supervisor. Desta forma, um serviço deve contar com no mínimo o Supervisor e um outro profissional ou aplicador”.

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Notas da CIRCULAR ABPMC

“O planejamento da intervenção envolve necessariamente uma avaliação que descreve o repertório de entrada do indivíduo, ou seja, as habilidades já existentes, deficitárias ou em excesso por ele(a) apresentadas. Esta avaliação serve de base para a descrição das metas a serem alcançadas e progressivamente evoluídas. Além disto são utilizadas estratégias que visam a generalização das habilidades aprendidas e uma carga-horária de intervenção que torne possível a efetivação do trabalho. As intervenções são, por tanto, absolutamente individualizadas.

O alcance destas metas é aferido a partir dos dados coletados pelos terapeutas durante a execução da intervenção. Estes dados são fundamentais na tomada de decisão em relação a intervenção propriamente dita e à avaliação da efetividade do processo como um todo.

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Notas da CIRCULAR ABPMC

“A Intervenção Comportamental baseada em ABA – termo este adequado a ser utilizado, envolve uma série de análises e práticas guiadas por cientificidade e, por essa razão, passiveis de serem replicadas. Como toda intervenção baseada em ciência, requer qualificação profissional de quem irá promovê-la. A estrutura da intervenção pode ser Abrangente ou Focal. Na primeira são alvos de intervenção habilidades em diferentes áreas do desenvolvimento de maneira simultânea, por exemplo o desenvolvimento de habilidades Sociais, Cognitivas, de Linguagem e a resolução de comportamentos problemáticos. Na segunda, profissionais ultra especializados focam em uma ou duas áreas especificas como alvo da intervenção, por exemplo a redução de comportamento agressivo/problemático.”

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